sexta-feira, 9 de novembro de 2012



“O grupo, o sistema é que cria o mal. Vivemos rodeados de influentes agentes do mal, cujo trabalho é convencer-nos a fazer coisas por dinheiro. Os privilegiados não fazem coisas que não querem fazer por dinheiro, mas os pobres não têm escolha. E essas coisas são vender drogas, vender o corpo, roubar, entrar num gangue, num culto e, nos casos mais extremos, tornar-se num bombista suicida.” 
“A maior parte do mal não é perpetrado por indivíduos, mas pelos sistemas, pelos governos. Quando as pessoas estão organizadas num sistema, é aí que o mal é pior.”

quarta-feira, 10 de outubro de 2012



Tenho problemas. Penso que é a primeira coisa que se deve admitir. Que não somos imunes a nada e que o nosso coração não é feito de pedra como toda a gente pensa. É preciso dizer também que amar é essencial e que o desamor existe e amar não é fácil. Nunca foi e nunca será. Pelo menos não a toda a hora, constantemente, em todas as ocasiões. Amar é um trabalho a dois, em que têm de ser dois a querer e a querer bastante. Amar sozinho não faz sentido, é um caminho sem saída. Portanto, um problema que temos é muitas vezes acabarmos a amar sozinhos. Amar seja o que for. Porque tudo e todos podem ser amados. E como caminho sem saída batemos num muro e só temos uma alternativa: andar para trás. Repensar os passos, escolher outro caminho. Talvez escolher também outra maneira de estar, de reagir, de ser, uma nova maneira de pensar, de escolher… uma nova maneira de amar.


domingo, 7 de outubro de 2012

Não interessa de onde as pessoas vêm, não interessa os amigos que têm nem o dinheiro que possuem. Não interessa se são do Norte ou do Sul ou ali do centro, se falam de uma maneira esquisita ou se têm tiques estranhos. Nada disso interessa. Não interessa a cor do que trazem vestido, nem o que trazem vestido. Nem mesmo a cor da própria pele. Os seus gostos são um aparte, os seus hobbies um extra, os seus interesses um complemento. Muito sinceramente a única coisa que interessa é a essência. A essência da pessoa que pode ou não criar um vínculo com a nossa.
Quando cria já nada mais interessa.

sábado, 7 de julho de 2012

Racionalidade de um sentido perdido


Estou a tremer, reparo que estou a tremer. 
Tento perceber o porquê. 
Não me apetece pensar. 
Apetece-me sentir. 
Ódio. 
Remorsos. 
Tristeza. 
Arrependimento? 

Suspiro fundo, expiro o ar que está cá dentro e que já me começa a asfixiar. 
Tento perceber quando é que tudo começou, e nem sei o que quero dizer com tudo.
Respiro mais uma vez como se fosse a última vez que o pudesse fazer...e outra, e outra, e de todas as vezes parece que o ar ganha cada vez mais sentido. Como se respirar fosse o meu grande prazer, o meu único prazer.

 Acompanho a música com o meu respirar.
 Acompanho cada compasso e disperso-me de todos os outros pensamentos...
Volta aquele compasso mais acelerado e de repente engulo em seco...A tristeza volta em grandes pedaços concentrados.

Vai passar, vai passar – digo para mim mesma.

E já passou.

sábado, 28 de abril de 2012

This is it.

Não te afundes na desilusão que, por vezes, te consome. Relativiza tudo. Não dês importância aquilo que não a tem. Foge da complexidade, esquece o emaranhamento em que a humanidade vive. Embarca no barco da calma, naquele que te vai levar a bom porto. Acredita que há costas melhores que esta. Não desistas de as tentar encontrar. Esquece tudo aquilo que te fez chorar por dentro, não odeies, não fiques amargo, não ofendas. Sorri e acena, sorri, acena, vai-te embora e procura melhor. Procura sempre melhor! És tu que importas, és tu o barco, és tu a costa, és tu que vais mudar tudo! És tu o brilho! És tu a vida! O resto? Que se foda!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Inacreditável...



É engraçado como em vocês encontrei tudo aquilo que gostava que o mundo fosse. Não estou a dizer que eram perfeitos mas todos juntos éramos um tipo de perfeição que eu pensava que já se encontrava perdida. Não me canso de falar sobre vocês, com vocês, de escrever sobre o tempo maravilhoso que tivemos juntos. Não me canso porque se há coisas com valor nesta vida essas coisas são, essencialmente: o espírito de equipa e a alegria de viver que demonstramos ter.
 Sinto que está tudo morto sem nós, que é difícil encontrar a luz neste mundo de gente sem cor que há muito se esqueceu o que é viver no sentido mais puro da palavra.
A nossa essência é maravilhosamente límpida e por mais obstáculos que encontremos no caminho, por mais que seja impossível conviver com certas pessoas, por mais difícil que seja ver a luz ao fundo do túnel, há sempre uma coisa que nos dá esperança: as memórias que ficaram da semana que tivemos juntos! Isso e o saber que o estarmos todos juntos outra vez é possível e que há vontade por parte de todos, muita vontade!

segunda-feira, 26 de março de 2012

"Não desistir"




"E é assim que penso, um dia de cada vez, qualquer que seja a circunstância, mesmo que o karma me dê uma chapada na cara, mesmo que o Universo me dê um pontapé no cú: não vou desistir.

Porque se desistir o pior que pode acontecer é morrer por dentro e viver num sonambulismo permanente. E isso não é viver. Se é pra viver é para fazê-lo como deve ser."