sexta-feira, 22 de abril de 2011

No tittle

Estava no fundo e como ainda só estou a sair dele não sei se fiz bem em dizer-te o que disse. Mas não quero estar a complicar quando é bastante simples: tu nunca me agarraste quando ia a fugir nem sequer demonstraste preocupação em eu já não fazer parte da tua vida.
Nunca tinha certezas contigo e assim era impossível continuar.
Disse-te o que te disse porque não estou bem e não preciso de mais lembranças de ti para ficar pior.
Sabes que comigo as coisas são sempre o que são. E neste momento existe um vazio tão grande que já nada me interessa, incrivelmente, nem tu.

sexta-feira, 25 de março de 2011

A palavra de hoje é....

Aselhice - acção desastrada, desajeitada ou desadaptada ao fim proposto.


Os aselhas acabam por ser extremamente cómicos. ^^

sexta-feira, 18 de março de 2011

Holly morning


Acordo com o barulho das gaivotas como se fossem os galos aqui da "quinta".
Levanto-me e visto-me.
Olho para as horas, elas nada me dizem.


Vejo que o sol está a brilhar por entre as persianas...
A minha boca esboça um sorriso.

Como qualquer coisa, pego na minha mala e saio à rua.

O sol brilha. E como brilha...

O céu está limpíssimo, com aquele azul que só o céu sabe ter.
Azul infinito...

Reparo que o sol já vai alto...

E o meu dia só agora começou...

Fecho os olhos e fico de frente para o sol...
Assim sem mais nada quase que adormeço embalada por ele.

É uma manhã abençoada...

E
abençoada sou eu por a puder desfrutar. ^^

sábado, 5 de março de 2011

Um dia...




Entranha-se o frio por entre a pele e os ossos e é isso que me faz lembrar que ainda é inverno.

Tenho saudades de mergulhar no mar, do bem que isso me faz.

Esquece-se o frio porque a sensação de estar aqui ultrapassa qualquer coisa.

Esqueço-me que estou sozinha e já nada interessa sem ser o facto de estar aqui viva com capacidade para rir, ver, ouvir, cheirar, sentir.

Sentir...


Fujo da água como fazia quando era criança e rio ao lembrar-me disso...

Tenho os sapatos cheios de areia e apetece-me descalçar. As gaivotas voam tão serenas... as pessoas passam... E o mar, esse, murmura segredos aos meus ouvidos...

terça-feira, 1 de março de 2011

Dúvida existencial


O que fazer se o único caminho que brilha é do lado contrário àquele local onde queremos chegar?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Apeteceu-me.

Percorremos os mesmos caminhos vezes e vezes sem conta sem nada realmente humano a ser exigido de nós. Metade da nossa vida é uma farsa e a outra metade é uma confusão. Nada é certo, tudo é irregular, aprende a viver com a irregularidade e não tentes fazer da vida um jogo com um regulamento inflexível. Porque ela deve ser feita de tudo menos de inflexibilidade.



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Something about love...

Pensei que já tinha passado tempo suficiente e que já tinhas saído do meu sistema quando ouvi aquela música que sempre nos caracterizou, a nós e à nossa relação estranha e intensa.

Naquele momento o meu coração abrandou como se voltássemos a alguns meses atrás e tu ainda estivesses vivo na minha realidade, presente e real.

Senti a minha cabeça a latejar e fiquei com um calor imenso de repente…

O amor não desaparece. - Foi a conclusão a que cheguei. - O amor não desaparece. Apenas se esconde nas entrelinhas da vida e, ás vezes, é superado por um amor maior ou tapado por um amor igual. Ou posto de lado quando se encontra um amor menor ou mesmo quando não se encontra amor nenhum.

O amor não é certo é mesmo assim cheio de ous e cheio de dúvidas e incertezas e medos e... – Já se percebeu a ideia.

Foi a essa conclusão que cheguei.

Espero por um amor a 100%, daqueles que aparecem sem tu perceberes o que é e como foi ali parar, daqueles que transformam, enriquecem, engrandecem e completam a vida.

Não peço menos do que isso para mim.